Mostrando postagens com marcador o desespero me consome. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador o desespero me consome. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 29 de setembro de 2009

It's only the end.

Give me some time, I just need a little time!

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Vem cá, por favor...

que eu só caibo no teu colo.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Fluxo

Um desânimo a preenche, sente-se vazia e inútil. O cheiro da rotina a enjoa, a faz perder o gosto da conquista, ou a vontade de glória. É triste, maçante seguir assim por esse rumo. Ela sabe. E ela o faz, a passos torpes.
Toda aquela retórica sem sentido, aquele destino que não parece o dela. Os mesmos rostos, os mesmos bancos, a mesma sala oca de alma.
Entorpecida e ensopada (de sonhos, de vontades, de falta) ela abandona o picadeiro todo fim de tarde, só para voltar todo início de manhã.
À noite, imergida em si, observa a chuva caindo. E não espera nada. Nada da chuva. Nada da estrada. Nada do dia de amanhã.
Nem dela.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Como eu já me senti assim?

...a única coisa que eu desejava na vida, com a mesma paixão que outros
dedicam a perseguir a fortuna, a glória, o sucesso ou o poder, era ela, com
todas as suas mentiras, suas confusões, seu egoísmo e seus desaparecimentos. Uma
breguice, sem dúvidas...

(Llosa - As travessuras da menina má)


Como eu já me senti assim, e achei natural?


*Troquemos ela por ele, nesse caso.

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Samla diz:

nascemos para procriar natália, NÓS TEMOS QUE ACHAR
NOSSO HOMEM











Tá difícil amiga. "/

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Eu sou uma piada.

O melhor seria se um desses caminhões-pipa passasse em cima de mim. Alias, um daqueles CEGONHAS.
(y)

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Fazer o quê.

Eu já tô tão acostumada com o fracasso, e é tão comum eu me sentir frustrada, ou ter minhas expectativas frustradas que dessa vez não pode ser diferente.


E se eu quebrar, vou ficar inteira.

domingo, 31 de maio de 2009

Pode ser que eu morra.

Não que eu esteja mal. Não que eu esteja tentando isso.
Mas, tá nublado, ou chovendo, muito frio e eu passei o domingo todo no sofá, ouvindo Radiohead.
Não tenho vontade de nada. Nada.

E sei lá, eu sinto uma febre. Psicologicamente falando.



Acho que vou ouvir Creep, mais uma vez.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Er...

Sei lá, tem uma coisa faltado... Tem uma coisa que eu quero e que eu não posso ter.
Eu amo alguém que não é quem eu queria que fosse, não é quem eu queria amar, eu não queria nem amar! Se é que é amor esse contraste de sentimento, que ora vai, ora volta, mais forte, mais lúcido, mais doído, no meio da noite. E eu não tenho ele e não posso ter e nem quero! E não tem ninguém pra me dá a mão!
Minha cabeça dói, eu tô cansada, vencida, submissa. E eu preciso de um colo que ninguém dá. Mas tudo bem.

domingo, 24 de maio de 2009

Uma espécie de ressaca moral.

Eu odeio esse sentimento de ‘que merda, porque fiz isso?’. Eu odeio ser impulsiva demais, odeio esquecer que tem um depois e que eu sou assim, o que se pode chamar de introvertida (medrosa).
E então agora eu vou ficar quieta, não vou mais falar, nem me mexer, nem usar minhas roupas, e tô pensando seriamente em não sair mais de casa.
É.