Mostrando postagens com marcador É.. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador É.. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 29 de setembro de 2009

It's only the end.

Give me some time, I just need a little time!

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Me and the Dragon

Can chase all the pain away.
So before I end my day, remember:
My sweet prince, you are the one. My sweet prince, you are the one.

Never thought I'd have to retire. Never thought I have to abstain. Never thought all this could backfire. Close up the hole in my vain...

terça-feira, 15 de setembro de 2009

tem sido cada vez melhor.

mesmo quando machuca.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

One for all, and all for one.

Apesar das brigas, da distância, dos beijos, dos erros, do choro, do(s) (e de todos os) pseudo-namoros, dos tragos, da xingaria, das cartas, das noites ruins, dos segredos que nunca são segredos, do mau-humor, da pinga ruim, dos tapas, socos, mordidas, das partidas de uno perdidas, das batatas mal fritas, do filme ruim, do tédio reinante, das transas na sala, dos planos fracassados, do desapontamento, da falta de motivo pra se ver, pela falta de idéias, pela falta de vontade, pela perda de sentido, pelo cansaço, por se transformar em algo que não faz nexo, mas mesmo assim, ainda manter o vínculo inicial, só queria lembrar que ainda somos nós quatro, um por todos e todos por um.



Eu sinto falta de nós.

Fluxo

Um desânimo a preenche, sente-se vazia e inútil. O cheiro da rotina a enjoa, a faz perder o gosto da conquista, ou a vontade de glória. É triste, maçante seguir assim por esse rumo. Ela sabe. E ela o faz, a passos torpes.
Toda aquela retórica sem sentido, aquele destino que não parece o dela. Os mesmos rostos, os mesmos bancos, a mesma sala oca de alma.
Entorpecida e ensopada (de sonhos, de vontades, de falta) ela abandona o picadeiro todo fim de tarde, só para voltar todo início de manhã.
À noite, imergida em si, observa a chuva caindo. E não espera nada. Nada da chuva. Nada da estrada. Nada do dia de amanhã.
Nem dela.

sábado, 29 de agosto de 2009

Números são números.

E eu nunca fui boa em matemática.

terça-feira, 28 de julho de 2009

E mais uma vez,

Sou eu e a expectativa da iminência.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

– Eu só queria saber quanto isso vai durar.

Pouco.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Am I asking you for something?

Did I have asked you for help? I don’t even wanna know your judgment. I don’t care about what you’re thinking. I’m sick of you, boy! Sick of you and your fucking attitudes, so sick about your critical thoughts about me, and your lack of guts to tell me everything face-to-face.
You and your perfect behavior, your amazing attitudes… Everything so perfectly calculated. I’m sick of you looking at me and disapproving everything I do or say. How dare you say that my behavior is unacceptable?!
Stop flattering yourself! Who the hell do you think you are? What do you know? You know nothing! You mean nothing to me.
I never needed you, never gonna need you.
You better look at yourself, and stop giving me fucking moral lessons. You know nothing about me, about what I feel, what live, what I think, what I've already been. You can't even handle yourself yet.
Wait till the day someone will put under your nose your defects, and blame you for being that way, and criticize you by live the way you want to live, and so think how you gonna feel about that, so then we'll talk.
So then maybe you can figure me out, 'cause now, you're just a lovesick childish boy, thinking you know me 'cause saw me cry.

domingo, 14 de junho de 2009

Falta de jeito

Eu faço coisas estúpidas, e eu falo coisas idiotas.
Deve ser por isso que eu estou sozinha.

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Samla diz:

nascemos para procriar natália, NÓS TEMOS QUE ACHAR
NOSSO HOMEM











Tá difícil amiga. "/

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Eu sou uma piada.

O melhor seria se um desses caminhões-pipa passasse em cima de mim. Alias, um daqueles CEGONHAS.
(y)

domingo, 31 de maio de 2009

Pode ser que eu morra.

Não que eu esteja mal. Não que eu esteja tentando isso.
Mas, tá nublado, ou chovendo, muito frio e eu passei o domingo todo no sofá, ouvindo Radiohead.
Não tenho vontade de nada. Nada.

E sei lá, eu sinto uma febre. Psicologicamente falando.



Acho que vou ouvir Creep, mais uma vez.

sábado, 30 de maio de 2009

Marcela diz:

bom, se não for, é porque ele é um baita de um otário igual ao resto, e não compensa nem perder teu tempo com ele

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Er...

Sei lá, tem uma coisa faltado... Tem uma coisa que eu quero e que eu não posso ter.
Eu amo alguém que não é quem eu queria que fosse, não é quem eu queria amar, eu não queria nem amar! Se é que é amor esse contraste de sentimento, que ora vai, ora volta, mais forte, mais lúcido, mais doído, no meio da noite. E eu não tenho ele e não posso ter e nem quero! E não tem ninguém pra me dá a mão!
Minha cabeça dói, eu tô cansada, vencida, submissa. E eu preciso de um colo que ninguém dá. Mas tudo bem.

domingo, 24 de maio de 2009

Uma espécie de ressaca moral.

Eu odeio esse sentimento de ‘que merda, porque fiz isso?’. Eu odeio ser impulsiva demais, odeio esquecer que tem um depois e que eu sou assim, o que se pode chamar de introvertida (medrosa).
E então agora eu vou ficar quieta, não vou mais falar, nem me mexer, nem usar minhas roupas, e tô pensando seriamente em não sair mais de casa.
É.




sábado, 23 de maio de 2009

"

Preciso de alguém, e é tão urgente o que digo. Perdoem excessivas, obscenas carências, pieguices, subjetivismos, mas preciso tanto e tanto. Perdoem a bandeira desfraldada, mas é assim que as coisas são-estão dentro-fora de mim: secas. Tão só nesta hora tardia - eu, patético detrito pós-moderno com resquícios de Werther e farrapos de versos de Jim Morrison, Abaporu heavy-metal -, só sei falar dessas ausências que ressecam as palmas das mãos de carícias não dadas. Preciso de alguém que tenha ouvidos para ouvir, porque são tantas histórias a contar. Que tenha boca para, porque são tantas histórias para ouvir, meu amor. E um grande silêncio desnecessário de palavras. Para ficar ao lado, cúmplice, dividindo o astral, o ritmo, a over, a libido, a percepção da terra, do ar, do fogo, da água, nesta saudável vontade insana de viver. Preciso de alguém que eu possa estender a mão devagar sobre a mesa para tocar a mão quente do outro lado e sentir uma resposta como - eu estou aqui, eu te toco também. Sou o bicho humano que habita a concha ao lado da concha que você habita, e da qual te salvo, meu amor, apenas porque te estendo a minha mão. No meio da fome, do comício, da crise, no meio do vírus, da noite e do deserto - preciso de alguém para dividir comigo esta sede. Para olhar seus olhos que não adivinho castanhos nem verdes nem azuis e dizer assim: que longa e áspera sede, meu amor. Que vontade, que vontade enorme de dizer outra vez meu amor, depois de tanto tempo e tanto medo. Que vontade escapista e burra de encontrar noutro olhar que não o meu próprio - tão cansado, tão causado - qualquer coisa vasta e abstrata quanto, digamos assim, um Caminho. Esse, simples mas proibido agora: o de tocar no outro. Querer um futuro só porque você estará lá, meu amor. O caminho de encontrar num outro humano o mais humilde de nós. Então direi da boca luminosa de ilusão: te amo tanto. E te beijarei fundo molhado, em puro engano de instantes enganosos transitórios - que importa? (Mas finjo de adulto, digo coisas falsamente sábias, faço caras sérias, responsáveis. Engano, mistifico. Disfarço esta sede de ti, meu amor que nunca veio - viria? virá? - e minto não, já não preciso.) Preciso sim, preciso tanto. Alguém que aceite tanto meus sonos demorados quanto minhas insônias insuportáveis. Tanto meu ciclo ascético Francisco de Assis quanto meu ciclo etílico bukovskiano. Que me desperte com um beijo, abra a janela para o sol ou a penumbra. Tanto faz, e sem dizer nada me diga o tempo inteiro alguma coisa como eu sou o outro ser conjunto ao teu, mas não sou tu, e quero adoçar tua vida. Preciso do teu beijo de mel na minha boca de areia seca, preciso da tua mão de seda no couro da minha mão crispada de solidão. Preciso dessa emoção que os antigos chamavam de amor, quando sexo não era morte e as pessoas não tinham medo disso que fazia a gente dissolver o próprio ego no ego do outro e misturar coxas e espíritos no fundo do outro-você, outro-espelho, outro-igual-sedento-de-não-solidão, bicho-carente, tigre e lótus. Preciso de você que eu tanto amo e nunca encontrei. Para continuar vivendo, preciso da parte de mim que não está em mim, mas guardada em você que eu não conheço. Tenho urgência de ti, meu amor. Para me salvar da lama movediça de mim mesmo. Para me tocar, para me tocar e no toque me salvar. Preciso ter certeza que inventar nosso encontro sempre foi pura intuição, não mera loucura. Ah, imenso amor desconhecido. Para não morrer de sede, preciso de você agora, antes destas palavras todas cairem no abismo dos jornais não lidos ou jogados sem piedade no lixo. Do sonho, do engano, da possível treva e também da luz, do jogo, do embuste: preciso de você para dizer eu te amo outra e outra vez. Como se fosse possível, como se fosse verdade, como se fosse ontem e amanhã. "

Caio Fernando Abreu

quinta-feira, 21 de maio de 2009

sobre duas pessoas que conheço.


Uma diz:
"Preciso de um colo que ninguém dá. Mas tudo bem."
e a outra retruca:
"Algumas vezes eu fiz muito mal para pessoas que me amaram. Não é paranóia não. É verdade. Sou tão talvez neuroticamente individualista que, quando acontece de alguém parecer aos meus olhos uma ameaça a essa individualidade, fico imediatamente cheio de espinhos - e corto relacionamentos com a maior frieza, às vezes firo, sou agressivo e tal. É preciso acabar com esse medo de ser tocado lá no fundo. Ou é preciso que alguém me toque profundamente para acabar com isso."


Porque as duas sofrem da mesma urgência.
Um coração e uma vontade. Uma falta e um excesso. Um choro e um riso. Um sofrer e um esquecimento.
E não tem nada de errado com elas.

p.s: ando numa fase muito Caio Fernando Abreu.

terça-feira, 12 de maio de 2009

E hoje

eu me sinto mais sozinha do que nunca.













Wake Up Alone - Amy Winehouse

sábado, 9 de maio de 2009

Medo tem tamanho.

O meu medo tem.
O meu medo tem o meu tamanho.